A Iran International obteve novos detalhes indicando que a Força Quds da Guarda Revolucionária e suas forças proxy aliadas na região desempenharam um papel central na morte de manifestantes iranianos nos dias 8 e 9 de janeiro. De acordo com as informações, a Brigada Fatemiyoun do Afeganistão, a Brigada Zainebiyoun do Paquistão e as Forças de Mobilização Popular do Iraque realizaram uma parte significativa dos assassinatos. Hassan Hashemian, um especialista em assuntos árabes, disse à Iran International que as autoridades iranianas recorreram a forças estrangeiras devido à escassez de mão de obra. Ele afirmou que a escala dos protestos em todo o Irã superou a capacidade das forças de segurança internas. "A República Islâmica está enfrentando uma escassez de forças, e a amplitude da revolta nacional do Irã era tão ampla que as forças internas não conseguiram cobri-la", disse Hashemian. Hashemian afirmou que a escala reportada de vítimas aponta para a participação de milícias experientes. "O fato de que 12.000 pessoas foram mortas em dois dias mostra que esses grupos foram mobilizados especificamente para matar.