“Cada geração acredita que finalmente identificou os verdadeiros vícios—os hábitos que devem ser contidos para a saúde, moralidade ou progresso. A história sugere cautela.”—@pessimistsarc
Quais dos vícios de hoje se tornarão as virtudes de amanhã?
Na gestão dos seus investimentos, o viés de ação—o impulso de responder a um evento—pode ser particularmente pernicioso, uma vez que, na maioria das vezes, o melhor conselho é: "Não faça nada, fique parado."
@ritholtz oferece algumas sugestões para aliviar este impulso:
Uma objeção chave à ‘moralidade como uma convenção’ (em vez de verdade absoluta) é que ‘tudo vale’.
@page_eco refuta habilmente este argumento e mostra por que seu método é falho, e propõe o respeito por um contrato social como uma explicação mais robusta: