Os fundadores dizem que querem feedback desde o início. Eles conversam com os clientes. Eles debatem ideias. Eles refinam os planos. Eles alinham as equipes. Nada disso gera informação. A realidade só entra quando algo externo pode te contradizer. O usuário ignora o produto. O comportamento permanece plano. Um teste falha. O dinheiro não aparece. Até lá, tudo é movimento interno. Os fundadores tendem a adiar a realidade em vez de evitá-la completamente. Eles adiam o momento em que uma decisão pode ser provada errada enquanto ainda é fácil de mudar. Eles mantêm a realidade fora enquanto as ideias são leves e reversíveis. Quando a realidade responde, já foi acumulado trabalho demais para que o feedback seja bem feito. É aí que o aprendizado se quebra. No começo, estar errado é barato. As suposições são estreitas. As mudanças são locais. Ninguém precisa defender nada. Atualizar sua visão parece natural. Depois, o mesmo sinal se torna disruptivo. Existem roteiros. A linguagem se endureceu. As pessoas são comprometidas. A identidade se apegou silenciosamente. O feedback não chega mais como entrada. Chega como atrito. Nada na ideia mudou. Só o timing ajudou. É por isso que os fundadores continuam se preparando em vez de testar. A preparação parece responsável. Delay parece pensativo. Ambos são recompensados. Nenhum dos dois produz sinal. Você pode passar semanas discutindo sem aprender nada novo. Você pode entrevistar clientes e sair mais confiante sem ser mais preciso. Você pode alinhar uma equipe em torno de algo que nunca enfrentou resistência e confundiu o acordo com progresso. Tudo isso adia o contato. O custo de estar errado não é fixo. É definido pelo momento em que você descobre....